Cosméticos – Saiba o que pode fazer mal a sua pele

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Não é apenas o formol o grande vilão que faz mal e pode causar câncer outros componentes químicos que estão dentro de um monte de produtos cosméicos, tambem são prejudiciais a sáude e são tão prejudiciais quanto .

O site “Treasured Locks” é uma loja de produtos de beleza com o lema  “natureza, beleza e você” especializado nos cuidados de cabelos crespos e “black”, que defende a beleza natural dos cabelos, o cuidado e o estilo próprio de cada um.

Há uma variedade incrível de produtos para os cabelos pretos e para os cuidados com a pele negra. Tywana Smith, defende o uso de produtos mais naturais em seu site.

Ela passou, segundo o The New York Times, 14 meses em salões para negros em cinco cidades pesquisando temáticas para um futuro livro. Ela encontrou grande quantidade de química em produtos ditos no rótulo “sem química”. Não estamos aqui para fazer publicidade para este site,  mas eles possuem “know-how” neste ramo.

O “Treasured Locks” lançou uma lista no mínimo interessante, com alguns elementos químicos que, segundo eles, pode não fazer tão bem assim para os cabelos (todos os tipos) e tem alguns que podem até ser maléfico para a saúde de forma geral.

Segundo o site, muitos produtos para este tipo de cabelo pode vir com esses ingredientes e danificar os cabelos. O site defende o verdadeiramente natural.

LISTA DE COMPONENTES PERIGOSOS DE MUITOS COSMÉTICOS:

[Treasured Locks]

Uréia e Hidantoína: são conservantes que liberam formaldeído. O formaldeído pode irritar o sistema respiratório, provocar irritações cutâneas e acelerar as palpitações do coração. A exposição ao formol pode causar dores articulares, alergias, depressão, dores de cabeça, dores no peito, fadiga, perda de sono, tonturas e, até mesmo, otites. Pode agravar tosses e resfriados, e desencadear asma.

Esses componentes são comuns em quase todas as marcas de cosméticos para pele, corpo e cabelo, antiperspirantes. ANVISA (Agência Nacional de Vigilância Sanitária – Brasil) determina que todas as vezes que um produto tiver na usa composição a uréia em dosagens maiores de 3%, deve conter no rótulo o seguinte alerta: “Não Utilizar Durante a Gravidez”. A ANVISA proibir a fabricação de cosméticos que contenham em sua composição mais de 10% de uréia.

Metil, propil, butil e parabenos: pesquisadores do Departamento de Biologia e Bioquímica Universidade de Brunel no Reino Unido realizaram um estudo e constataram que os parabenos são fracamente estrogênicos, ou seja, podem minimizar a ação do estrógeno e interferir no desenvolvimento e na reprodução sexual. Em geral, são usados como inibidores de crescimento microbiano e para prolongar a vida útil do produto.

Petrolato e óleo mineral: presentes em muitos produtos para os lábios. Pode causar problemas na pele, como interferir na capacidade da “pele respirar”, inibe a capacidade da pele em absorver umidade e nutrição, “tampa” os poros. Para a pele é importante “respirar” para libertar as toxinas e causar envelhecimento precoce.

Lauril sulfato de sódio (SLES/SLS): utilizado para aumentar a capacidade de espuma dos produtos, facilitando a penetração e dispersão do cosmético. Muito usado em xampus. Podem causar irritações oculares e provocar reações alérgicas. Penetra muito facilmente na pele e permanece nos tecidos por um período de tempo relativamente longo. Nos EUA foi proibido seu uso nos sais de banho. Penetra no corpo pela raiz do cabelo, absorvido especialmente pelos olhos. Pode provocar perda de cabelo, aumento da sensibilidade da pele, intensificação das reações alérgicas e desidratação da pele

Cores sintéticas: Várias cores sintéticas são usadas para fazer um cosmético “bonito”. Exemplo: Cl 17200, Cl 15510, Cl 60730, Cl42053. Cores sintéticas podem ser agentes que causam câncer. Conforme consta no site, segundo um dicionário consumidores de ingredientes cosméticos, “ […] muitos [pigmentos] podem causar irritação e sensibilidade na pele e ser absorvido”. A certificação é desconhecida e controversa. A maioria das cores utilizadas em cosméticos aguarda testes e/ou ainda não foram aprovadas, nem estudadas a segurança na sua utilização. Em estudos realizados com animais mostram que podem ser cancerígenos.

Fonte: Mulher digital

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